Altos namoro gay

Ele revelou o namoro, mas ponderou sobre sua condição: “Assumir talvez não seja o melhor termo porque eu não fiz nada de errado para ter que me assumir. Eu apenas decidi não esconder algo que acho lindo em mim. Apenas decidi ser feliz”. E completou: “Minha família sempre esteve do meu lado e me amam como sou”. Apps de namoro gay. ... onde beijos e brincadeiras casuais fazem parte das comemorações. É também uma época em que há níveis mais altos de infidelidade entre os relacionamentos, o que é amplamente aceito como parte e parcela do partido, embora esse não seja o caso de todos. Para conhecer pessoas no Carnaval, simplesmente participe de ... Estamos aqui com mais um podcast Dentro do Armário e hoje vamos falar mais sobre chat gay, namoro e gay adolescente. Se você gostaria que comentassemos sobre algum tema GLS aqui no podcast, nos envie um e-mail [email protected] ou deixe um comentário aqui. Namoro na Espanha. A terra do Flamenco e da Sangria é o lar de alguns dos homens mais bonitos e interessantes do planeta. ... Ela tem uma economia forte e altos padrões de vida. Localizada no sudoeste da Europa, na Península Ibérica, o país tem litorais no Golfo da Biscaia e Mar Mediterrâneo, e algumas ilhas encantadoras (sendo Baleares e ... Crescer sendo gay não nos deu o apropriado modelo de papéis para um namoro bem sucedido entre dois homens/ou duas mulheres. Como resultado, nós podemos ter tropeços em namoro desastrados. Nós temos que avaliar muito, por nós mesmos, através de tentativas e erros e, ainda assim, muita coisa pode permanecer confusa. Eu conheço gay que namorou 5 anos, mas não passou dai, o namoro acabou se deteriorando pelo ciume, e aquela coisa de achar que namorar é ter o dominio. Certamente isso aflinge tanto gays como heteros. Tenho um amigo gay, e leitor que já vivi com o companheiro há uns 25 anos. É uma vida, sorte deles. Um namoro gay realmente é complicado, principalmente quando voce comeca a namora com 18 anos, sem ao menos ter aproveitado a vida, falo de ficar ou transar com outros cara (fiquei apenas com trs caras mas sem sexo com nenhum), meu relacionamento fez 5 anos este mes, eu tenho 23 anos e ele 30. Fui notar que todo esse padrão de comportamento me dava medo – pela solidão existente – depois que terminei meu primeiro namoro gay. Voltar para aquele estado de “estar só” era aterrorizante. Fui aprendendo a encontrar mais pessoas, a frequentar novos lugares e me propiciar uma dinâmica de vida longe dessa solidão. Verônica Vergara 49 comentários Conquista Gay, Relacionamento Gay, Sedução Gay Em tempos de Grindr, Tinder e Happen, já não se pode dizer que está difícil conhecer outro homem gay. Basta um celular, um rápido cadastro e pronto: você já tem um menu completo de homens, literalmente, ao alcance dos seus dedos. O Namoro em Portugal o seu site de namoro online para quem procura namoro em Portugal, Encontre agora o seu namorado ou namorada, comece agora um namoro virtual com milhares de homens e mulheres que procuram namoro junte-se a eles fale online no Namoro em Portugal, Site para quem procura namoro na internet.

Como salvei vida do meu namorado e perdi todos meus "amigos".

2020.06.23 04:00 gabe_selles Como salvei vida do meu namorado e perdi todos meus "amigos".

Olá luba e talvez jean, hoje vim contar uma história sobre porque não tenho amigos e da quase morte do meu namorado. Lá em 2017 estava no 9° série do ensino fundamental eu tinha um grupinho de amigos com mais ou menos 11 pessoas e um deles e meu atual namorado,(ele ainda não era meu namorado nesse dia só fomos namorar meses depois quando história foi resolvida). Enfim estudava em um colégio que tinha uma piscina natural a uns 30 minutos da escola meu grupinho eu iamos para la como de costume mesmo estando clima ruim entre nós, agora vem parte do Por Que 2 semanas antes conheci garoto que vou chamar de carls ele e gay resolveu se enturma com grupo ate ai tudo bem, (vou dirigir meu namorado como boy para facilitar). Meu boy eu estamos conversando pois queriamos dar uns pegas,e o carls pediu para ir comigo para casa horas antes boy eu tinhamos matado o 3 tempo para ficarmos e ninguém sabia chegando no meio do caminho para casa com calrs ele mr contou que gostava do meu boy eu só pensei eu não tenho nenhum vínculo com calrs então não direi que nada. Chegando no final de semana meu boy perguntou se podia contar que estavamos saindo no grupo do Whatsapp do nosso grupinho,eu disse que podia. Quando voltei para escola reparei olhares tortos e frieza para meu lado quando perguntei o que tinha acontecido disseram que eu era uma escrota falsa por ter ficado com boy sabendo que calrs gostava dele e tinha apoiado ele a pedir boy em namoro eu sem entender nada perguntei pro boy o que tinha acontecido ele não falava comigo todos me ignoraram. Resumindo um pouco calrs disse para todos que eu estava ajudando ele a ficar com boy e iria conversa com ele que depois eu fiquei com boy teria dito que não contei ao pessoal do grupo pois achava eles falsos, calrs pois todos meus amigos e boy (eu ja estava gostando do boy?dele contra mim todos meus "amigos" preferiram acreditar,confiar e defender carls que só conheciam a 4 dias do que eu sendo amiga deles a 1 ano. Agora vem parte da piscina natural, grupinho inteiro foi incluindo calrs chegando lá começamos tomar bebidas alcoólicas (eu sei e errado). Boy estava pouco alterado por conta da bebida e resolveu todo mundo passar por uma trilha estreita no alto com mais ou menos 5 metros de altura boy bêbado tropeçou eu segurei ele quando estava quase caindo da trilha(se ele caísse iria quebrar boas partes dos ossos pois tinha muitas pedras e nenhum de nós avisa avisado pais e nem mesmo tinha sinal de celular). Depois de ter salvado vida dele boy resolveu conversa comigo e esclarecemos tudo meses se passaram eu continuei sem falar com meus "amigos" chegou grande dia boy me pediu em namoro na frente do grupo inteiro eu aceitei claro,todos ficaram me olhando como se fosse pior pessoa do mundo ate chegaram dizer que eu era egoista deveria renegar meus sentimentos para calrs ter uma chance com boy (boy e hetero não tinha interesse no calrs). Eu disse para eles que não iria abrir mão da minha felicidade nunca mas boy eu falamos com aquele grupinho ate hoje sou criticada quando posto fotos com meu namorado ja se passaram 2 anos e ainda estamos juntos grupinho tem seu próprio grupo no Whatsapp onde ficam falando sobre mim e meu namorado(o boy). Ate hoje não tenho amigos eles tinham sido primeiros amigos que tive em 15 anos hoje tenho 18 anos e medo de ter amigos novos. Observação: todos do grupinho incluindo meu namorado moramos proximo ruas diferentes.
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2020.06.09 11:23 InezinhaDirectioner O Menino... Estranho ;-; (não tenho um bom título)

Oioii Lubisco e todos os seres vivos presentes (sem paciência pra escrever tudo sksk). Essa história é sobre um menino que supostamente "gostava" de mim e muita merda que aconteceu há 2 anos atrás e este ano. Por incrível que pareça TUDO oq vou dizer é 100% real. (bjs de Portugal sou uma grande fã 😗)
Então, há 2 anos atrás uma vez tava com a minha bff do momento num canto do recreio, daí ela precisou de ir ao WC.
De boas, eu fiquei esperando no cantinho e do nada veio um grupo de 2 meninas e 1 menino. Esse menino é dos populares por ser considerado "gato" (não tanto, mas tá). Eles começaram a ser simpáticos e tal, só q eu tava meio desconfortável pq eles tavam a falar cmg como se eu fosse uma bebézinha sem amigos. Do nada esse menino disse: "Olha, eu até namoraria com uma menina bonita como tu". Eu fiquei meio confusa e tal mas apenas ignorei. Entretanto eles foram embora e eu fui procurar a minha bff.
Alguns dias depois tava nas bancadas do colégio que ficam na frente do campo de futebol com umas amigas, e ao nosso lado tinha 3 meninas da turma desse menino (como não quero mostrar o nome dele vou apenas chamar ele de.... Macaco).
Menina 1: Ei, menina Eu: oq foi? Menina 2: Sabes o Macaco? Eu: quem? Menina 1: aquele ali (ela apontou pra ele) ele gosta de ti
Eu depois de ouvir isso fiquei meio tipo "quê" mas fingi q não ouvi nada Do nada esse menino GRITOU SE EU QUERIA NAMORAR COM ELE EM FRENTE DE TODA A GENTE LÁ (a maioria cagou mas mesmo assim)
Eu, como a boa pessoa que sou, gritei N-Ã-O e daí fugi de lá com uma das amigas.
No recreio a seguir a turma dele PENSAVA QUE EU TINHA DITO SIM e tavam todos tipo "oi namorada do Macaco" Eu sempre respondia que não namorava com ele mas elas sempre diziam algo tipo: "gostas sim" "mas ele gosta de ti" "mas ele é tão simpático"
Uma vez tava com a minha turma à espera da professora de Matemática entrar na sala e o Macaco chegou perto de mim e começou a dizer repetidamente: "Inês beija-me, Inês beija-me, Inês beija-me". Eu tentei me afastar mas ele continuava a tentar me convencer a beijar aquela boca nojenta.. Daí uma colega minha reparou na situação e gritou pra eu correr pra dentro da sala pq a stora já tava lá. Eu fui, a correr mais rápido q o Flash, e me sentei no lugar..Eu já tava me sentido salva mas não..
Prof: INÊS NÃO É ASSIM QUE SE ENTRA NUMA SALA!! SAI IMEDIATAMENTE!!!
Eu saí... E ele ainda tava lá ;-; com um sorriso creepy acenando pra mim ;-; eu fiquei batendo na porta até me chamarem e finalmente entrei.
Esse tipo de coisa foi acontecendo de vez em quando (mas não era tão estranho como essa) e chegou um dia que tava à espera de uma amiga minha pq ela tava à procura da lancheira dela e daí esse menino reparou na minha existência e abriu a boca.
Ele: ó Inês, tão todos a dizer que não gostas de mim. Explica-te!!!! Eu não aguentei e comecei a rir muito Eu: mano, eu nunca gostei de ti Ele: ISSO NÃO TEM PIADA!! Eu: tem! ainda rindo Ele: TA BEM! ACABAMOS!! Eu: ALELUIA-
Eu continuei a minha vida e o Macaco já n me chateava. (ele me pediu em namoro denovo e eu rejeitei mais uma vez)
1 ano depois.. Ele ficava constantemente a olhar pra mim (ele não é da minha turma se tiveres confuso, ele é da turma mais velha) mas ele quase nunca dizia nada
Outro ano depois (este ano) ele se tocou que "gostava" de mim denovo
Eu sempre chego muito antes das aulas começarem, tal como ele e o amigo dele. No colégio tem tipo um mini corredor que vai dar ao campo de futebol (pra educação física) e a meio desse caminho no lado esquerdo tinha uma sala onde os alunos podiam relaxar, conversar, etc.
Eu nunca tuve coragem pra entrar nessa sala pq o Macaco e o amigo dele tavam sempre lá. Um dia (detalhe importante: um dia antes do dia dos namorados) o desgraçado do menino chegou perto de mim e disse: "Olha não é preciso teres medo de mim. Podes ir pra sala". Eu apenas disse um ok e fiz um sorrisinho do tipo "saiii da minhaa vidaa~" No dia a seguir eu fui lá de boas, abri a porta e disse "bom dia". Olhei pra eles e eles ficaram mt chocados pq eu era mt tímida. Eu me sentei numa mesa longe deles e eles ficaram de boas. Eu também fiquei de boas e comecei a ver fotos do Harry Styles (cada um com os seus gostos). Esse cantor tem uma música chamada falling e tal e no refrão ele diz "im falling again, im falling again.. FAAAALING" (tradução: falling pode significar ou cair do tipo tropeçar oy tmb pode ser de se apaixonar do tipo "eu tou caindo de amores"). Eu tava vendo as fotos e tal equanto ouvia essa música e no refrão começaram a aparecer gifs dele a cair em palco. Eu não aguentei, eu comecei a rir muito
O Macaco olhou logo pra mim. Ele: Oq é q é tão engraçado? Eu: nada.. Ele: oq é q tás a ver? Eu: fotos de um cantor.. Ele: Quem? Eu: Harry Styles.. Ele: Hm.. Ok.
Uns minutinhos depois ele olhou para mim e me chamou Eu: oque foi? Ele: queres me acompanhar neste dia de S. Valentim? numa voz fofa e simpática Eu: Não Amigo: Ela namora com o amiguinho gay dela Eu: Não namoro não Amigo: Namoras sim Eu: Nós somos amigos Amigo: ta bem vou fingir que acredito.
Ficou um silêncio meio constrangedor. Mas não durou muito
Macaco: Bora jogar à bola aqui? Amigo: Bora
Eles queriam jogar ao jogo dos passes DENTRO DE UMA SALA ESTREITA (é tipo um jogo em que vão chutando a bola pro colega e ele chuta de volta)
Eles foram um pra cada ponta da sala e como óbvio o Macaco ficou perto de mim (CHATOOOO SE AFASTAA AIN) Eles começaram a jogar, de boas, e do nada o amigo dele chuta a bola um pouco alto. Eu me encolhi com medo de levar com uma bola dura de futebol na fussa e o chato abriu novamente a boca
Macaco : não é preciso teres medo, eu não sou q nem o teu amiguinho q n te defende Os dois começaram a rir e eu fiquei calada e séria e eles continuaram.
(Aconteceram outras coisas mas n é nada demais.)
Outros dias depois reparei que essa sala tava em obras. E a duplinha dos animais tavam sentados num banco à frente da sala.
Eu: Ei algum de vocês sabe oq se passa com a sala? Macaco: sim, linda Eu dei um sorriso do tipo "cala a boca" Amigo: ela namora com o outro (ele tava a falar do mesmo amigo "gay") Eu: Eu não namoro com ele, ele é meu amigo Eles ficaram em silêncio e dps o Macaco continuou Macaco: ent, aqui vai ser a sala dos professores e (bla bla bla q não ouvi). Eu: ah obrigada! Ele: denada fofa. Eu: ok tchau começo a andar pro corredor Ele: queres q eu te acompanhe? Eu: haha, não! Tou ótima!
Entretanto outro amigo deles chegou e eles começaram a falar. Do nada chegaram os 3 perto de mim e o chato tentou cantar "Story of my Life" (uma música dos one direcyion) Mas como óbvio ele não podia ser uma pessoa normal a cantar, não. Ele não sabia quase nada da letra por isso ele tava tipo "nanana my life nananana"
Eu me senti mt constragida e comecei a me afastar deles. Graças a Deus uma amiga minha já tinha chegado e eu fui atrás dela. Eles não me perseguiram (ainda bem) O dia continuou normal.
Daí, numa semana tava um clima meio estranho na escola por causa do Covid. Não sabiam se as escolas iam fechar ou não.. E daí na sexta feira decidiram.
Sim, as escolas iriam fechar oficialmente.
Quase ninguém foi à escola nesse dia e meio q não teve aula. Tivemos apenas a recolher os cadernos e materiais que precisávamos e alguns professores fizeram umas atividades simples.
Ao fim do dia tava eu e 3 amigas num canto. Esse canto é literalmente entre uma sala e a sala desse menino irritante. Uma das meninas precisava de guardar uma coisa na mochila, e ela n queria ir sozinha. Elas:..... Eu: eu posso ir Uma amiga: eu tmb Outra: não me vão deixar sozinha pois não?! Eu: Ok vamos todas
Eu já tava em pé e já tava preparada pra sair de lá. Dei uns passos e me deparei logo com esta cena: o Macaco de joelhos em cima de um skate a tentar andar nele. Eu recuei e comecei a rir e eu acho q uma das amigas tmb viu pq ela tmb tava a rir ksks. Esperámos a última amiga se levantar e fomos.
Quando começámos a passar por ele ele tava sentado no skate e essa amiga q viu começou a rir e a dar sinal pra eu olhar pra ele. Continuámos a rir um pouco e fomos esperar a amiga guardar a tal coisa. Entretanto uma auxiliar chamou essa menina pq a mãe dela já tava no portão pra levar pra casa. Ela foi e vi a minha nova bff a entrar na escola. Ela foi lá pta levar os livros que ela não levou. Eu fui com ela e mais uma amiga dela de boas levar os livros dela e passámos pelo Macaco Detalhe: essa amiga dela me shipa muito com ele ;-; Ela: OLHA O AMOR DA TUA VIDA ALI A OLHAR PRA TI E eu, como a lerda q sou, olhei LOGO pra ELE. (alguém me mata)
Uns minutos depois voltei pras duas amigas q tava a falar antes e fomos pra uma mesa em frente da sala dele.
Ele: Inês Eu: sim? Ele: tens bateria infinita nesse telemóvel (celular)? Eu: quê? Ele: ficaste o dia todo com ele e ele ainda tem bateria Eu: ok?.. Ele: quanto é q tens? Eu: 60% Ele: mds
Eu continuei o meu caminho e ele perguntou outra coisa mas eu ignorei. Fui pra mesa com as 2 migas e começámos a ver uns vídeos. Do nada o ar olhou pra mim e disse: vou me tornar em vento Começou a ficar mt vento e o meu cabelo tava a voar pra minha cara ;-; eu tava a tentar afastar e fiquri tipo : PORRA SAI DA MINHA CARA, CABELO!! Daí olhei pro lado e ele tava a olhar pra mim ;-; o pior é q ele não desviou o olhar. Ele continuou a olhar pra mim como se fosse animal do zoo. Eu fingi q n aconteceu nada e continuei a ver o vídeo com as meninas.
Bom Aconteceram muitas outras coisas, mas tou sem paciência pra contar todas. Resumozinho: Até q nos damos bem, ele me diz bom dia, eu digo bom dia de volta.. Mas é aquele tipo de amigos q só se falam numa hora determinada do dia, porém não tão próximos. Ele já me tentou pedir o whats e o insta mas eu não dei pq eu não tenho (ok agr tenho insta mas fds). E por causa da quarentena não nos podemos falar. Eu já entrei na videochamada da turma dele sem querer e foi isso ;-;
Obrigada por gastar o seu tempo a ler esta história bizarra e longa que eu gostava que fosse fake ;-;, bjs tenha um bom dia.
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2020.06.08 18:06 yellowdevil95 Sou o babaca por fazer o irmão do meu ex-namorado ser expulso do seu enterro?

Olá Luba, leitores, possíveis convidados, editores, etc etc. Sou baiano, mas moro no rio a muito tempo (se fizer sotaque baiano, é só falar as palavras arrastando e com entonação de esporro e o carioca é só puxar o S)
Tudo começou no 9° ano quando conheci um garoto chamado Garls. Garls era um garoto de estatura média, olhos verdes, cabelo loiro e um porte mais ou menos atlético. Começamos uma amizade junto com outra garota (irrelevante nessa história). Éramos bons amigos e isso se seguiu até setembro desse ano (2015), pois Garls teve que se mudar por motivos pessoais dele.
2 anos depois, eu reencontro Garls numa festa junina na praça Afonso Pena (uma praça daqui do Rio) acompanhado de seu irmão (que até aquele ponto eu não conhecia) e alguns amigos. Relembramos alguns dos momentos do 9° ano quando percebo que o irmão dele não parava de olhar. Fui atrás de comida e quando voltei, Garls me contou que o irmão dele tava a fim de mim (ele sabia que eu era gay). Ficamos e depois de um tempo, começei a namorar Tarls (irmão do Garls). Tarls era alto, tinha cabelo preto e era mais ou menos parecido com o Calango.
Tarls era fofo e carinhoso, sempre passávamos tempo juntos e fui no aniversário dele. Chegando lá, Tarls me apresentou aos seus amigos e ficamos juntos quase que a festa toda. Em um determinado momento, Tarls vai ajudar o pai a pegar mais bebidas no carro, me deixando na festa. Um dos seus amigos vem na minha direção e começa a conversar comigo, sendo gentil e legal, até que do nada ele me beija. Eu empurro ele e começo a perguntar porque raios ele tinha feito isso e nesse momento Tarls chega onde estávamos e me olha com raiva e decepção e manda eu ir embora da festa e sumir da vida dele, sem eu poder me explicar. Saio da festa e Garls vem me consolar. No dia seguinte, terminamos oficialmente e eu tinha ficado muito mal. Garls ficou comigo e me ajudou esse tempo todo e acabamos nos aproximando muito mais do que antes. Um tempo depois, Tarls puxa conversa comigo me pedindo desculpa e outras baboseiras porque algumas testemunhas viram o que de fato ocorreu e falaram com ele. Ele confrontou aquele amigo, que era apaixonado por Tarls e tava com ciúme do nosso relacionamento. Eu perdoei Tarls e voltamos a nos aproximar. Um tempo depois nós reatamos o nosso namoro e eu consegui perceber que Garls evitava ficar no mesmo lugar quando eu e Tarls ficávamos juntos. Passou alguns meses e esse comportamento de Garls ficava mais evidente, chegando ao ponto que eu perguntei o que estava acontecendo e ele soltou a bomba dizendo que seu irmão me traía com uma garota que havia conhecido quando nós terminamos e que ele se sentia desconfortável por omitir isso de mim. Resolvi acreditar nele e fingi que aquela conversa não tinha acontecido. Uns dias depois, montei um plano com Garls pra pegarmos o Tarls no flagra: disse a ele que iria viajar com meus pais e que iria ficar uma semana fora e Garls iria ficar em casa vigiando Tarls. Um tempo depois, Garls me liga e diz que a tal amiga ia passar o tempo da minha viagem lá na casa deles. Fui lá com o cu na mão e comprovei o que Garls tinha me falado. Saí de lá chorando e terminei de vez com Tarls. Um mês depois, comecei a reparar no Garls (e sim, me julguem) e acabei me apaixonando pelo Garls. Contei pra ele e surpreendentemente ele também tinha começado a gostar de mim e que também era um dos motivos por não ficar no mesmo lugar que eu e Tarls. Começamos a namorar e um tempo depois, Tarls começou a namorar aquela garota. Garls teve uma briga com a garota e seu irmão e isso resultou em troca de socos entre os irmãos porque Tarls andava me provocando, falando coisas sujas e mentirosas. Depois dessa briga, ficou um climão e os 2 pararam de se falar.
Ficou nisso até dezembro de 2018, quando Garls sofreu um acidente de carro e acabou falecendo. Seus pais fizeram seu enterro e eu fui chamado pra dizer as palavras em sua memória. Nesse dia, Tarls tinha levado a garota e estava parecendo que ela fazia pouco caso de estar ali. Não me segurei e acabei tendo uma discussão com a garota e algumas verdades foram ditas. Tarls foi defender a garota, mas seus pais ficaram do meu lado e meio que expulsaram eles do enterro.
Então, sou babaca por fazer o irmão e a namorada do meu ex-amigo e ex-namorado serem expulsos do seu enterro?
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2020.05.17 08:01 luxfour00 Minha primeira vez numa praia de nudismo (fetiche)

Sou homem, gay e desde muito novo curto muito me exibir. O único lugar em que faço isso é na cam, sempre pra outros caras, geralmente mais velhos. Sempre tento me preservar não mostrando o rosto, mas mostro todo o resto, tudo o que pedirem. Eles nem precisam mostrar nada, só me assistir tirando a roupa e ficando totalmente nu. Eu sinto tanto prazer em fazer isso que, às vezes, só deixo a cam ligada mostrando meu corpo nu enquanto conversamos, sem nenhum outro estímulo sexual, e fico de pau duro durante toda a conversa. Saber que tem alguém me olhando me deixa muito, mas muito excitado mesmo.
Em março, fui aos EUA pela primeira vez e, sozinho e num lugar novo, tive coragem de ir numa praia de nudismo. Fui à Haulover Beach em Miami, que é bem tranquila e a nudez é opcional. Fiquei na extremidade esquerda, que é onde o público gay se concentra. Eu lembro que decidi ir e fiquei super nervoso, ansioso pra ter essa experiência na vida real.
Fui de sunga pra caso eu desse pra trás, mas, chegando lá, não pensei duas vezes: tirei tudo e fiquei 100% pelado na frente de um público mega variado: caras novos, velhos, sarados, gordinhos, altos, baixos, padrões, afeminados... Foi uma sensação muito louca, de excitação com nervosismo. Era muito bom ver que as pessoas estavam me olhando. A princípio, não fiquei com nenhuma vergonha, porque queria que vissem mesmo, mas logo comecei a ficar excitado e tive que deitar de bruços.
Eu fiquei muito tempo excitado. A parada é que o que me excita não é ver os outros caras, é me mostrar. Tentei sentar várias vezes, porque queria que meu pênis ficasse à mostra pra quem quisesse ver, mas era difícil controlar. Depois de um tempo, consegui manter ele meia-bomba e deixá-lo à vista. Vez ou outra, quando via um cara olhando muito, eu precisava disfarçar.
Fiquei umas duas horas lá e foi uma puta experiência. Como estava difícil de controlar o meu tesão, fiquei só sentado ou deitado. Só levantei pra vestir a roupa pra ir embora, que foi uma sensação ótima, de estar de pé, nu, com todo mundo me vendo. Mas tive que me vestir rápido, porque a meia-bomba já estava virando ereção completa. Pra vocês terem ideia, eu fico tão excitado que, quando fui vestir a sunga, mesmo sem me tocar, senti que estava todo melado. Chegando no hotel, me masturbei umas três vezes. Foi surreal.
O que eu queria era poder ir numa praia de nudismo em que fosse aceitável ficar excitado. Procurei na internet e não achei nada além de "dicas" de como fazer pegação nessas praias, mas tudo clandestino. Não é isso que eu quero. O que eu quero é ficar lá de boa, me mostrando, sem me preocupar se estou ofendendo alguém por estar excitado. Mas acho que isso não existe...
Eu namoro há 5 anos e tenho uma relação maravilhosa, sou muito feliz. Só que ele nem imagina isso. É um fetiche incontrolável que me satisfaz e me faz me sentir muito bem, mas ao mesmo tempo me preocupa. Sempre fiquei no virtual, então essa experiência real me fez ficar me perguntando até onde eu vou pra satisfazer esse desejo...
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2020.02.06 18:16 _Punish3r Diagnóstico de Espectro Autista

Olá a todos, Me chamo Guilherme, tenho quase 20 anos (irei fazer em 4 de Maio), e novembro do ano passado, estava passando com a Neuropsicologia, e descobri meu diagnóstico de Espectro Autista.
E fica até que mais claro para mim em vários aspectos sociais da minha vida, sempre tive muita dificuldade em me socializar desde cedo, não curto festas em familia, por exemplo por parte do meu pai, que são 5 Tios e uma quantidade exorbitante de primos(a) e familiares, costumo não ir, por odiar o barulho alto e qualquer local com muita gente junta.
Na época de Escola, sempre fui o mais isolado da sala, e tanto no intervalo , eu demasiado e triste, ficava sentado no banco esperando a ''morrer da bezerra. Muitos familiares, sempre diziam que é por ser ''Timido'' ''Fase Natural'' ''Isso Passa ao decorrer do tempo'', mas não foi isso, agora que eu sei meu diagnóstico TEA (Transtorno do Espectro Autista) tudo mudou, até meu pai acha que pode ter sinais de TEA na época dele de Juventude.
Lembro caso, de garotas me olhando com desdém, pelo simples fato que estava apaixonado por uma garota da minha sala, mas infelizmente não é o que eu esperava, ela me maltratou não-verbalmente naquele dia com as amigas delas, e isso me machucou muito.
Tenho quase 20 anos, e nunca namorei, nunca beijei nenhuma garota se quer (BV e BVL), e já fui taxado até como ''GAY'' por ter esse aspecto moderado por tal ação. Já tentei pedir amigas que eu amava muito em namoro, mas todas foram apenas a resposta: ''Apenas Amizade'' ''Te vejo apenas como um Amigo'' ''Te magoaria se eu te desse um fora''. Porra prefeiro mil vezes que fale de coração e seja sincera, do que apenas fazer um textão gigantesco pedindo desculpas por apenas ficar se próprio diminuindo, para não namorar comigo. Eu sempre quis um relacionamento sério, sou um cara comprometido com esses tipos de assunto.
Agora estou lutando para me amar do jeito que eu sou um Asperger, e batalhar para virar uma pessoa digna e honesta. Estou Cursando Jogos Digitais (Ultimo Semestre), e sou Faixa Laranja do Karatê Kyokushin.
Acho que por enquanto é isso mesmo, queria desabafar isso, que vocês podem estar sofrendo muitos problemas, e podem ter algum sintoma de Autismo Leve ou até Moderado, e suas familias não percebem isso.
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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