Namoro online primeiro contato

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SOU A BABACA POR BEIJAR ACIDENTALMENTE A NAMORADA DO MEU MELHOR AMIGO E FICAR COM RAIVA DELE?

2020.08.11 15:53 raposi42 SOU A BABACA POR BEIJAR ACIDENTALMENTE A NAMORADA DO MEU MELHOR AMIGO E FICAR COM RAIVA DELE?

Olá Luvas Foinochute, gatitas, editores, seres animados e desanimados do estudio do Luvas e turma que está a ler. Essa é uma história que faz tempo que quero compartilhar na turma feira, mas se não chegar no Luvas espero que ao menos alguém faça um haha ou solte arzinho pelo nariz lendo.
Então vamos lá Em 2016, conheci um amigo online através de um grupo de RPG, mas eu morava do outro lado do RS, então ficamos conversando só por mensagem por um bom tempo. O chamaremos de Calrs. Eu acompanhei os namoros e terminos dele e ele acompanhou os meus, e assim, ficamos muito amigos chorando no ombro um do outro e jogando juntos. Em 2018 eu fui morar na mesma cidade que ele (onde ja tinha morado antes) e finalmente nos conhecemos pessoalmente. Nessa época ele ja estava namorando uma menina há algum tempo e estavam muito bem juntos, e eu tinha avompanhado a distância o começo desse namoro. Foi muito fofo, de verdade. Vamos chamar ela de Carlsa. Eventualmente, ele me apresentou a um grupo de amigos dele, onde conheci meu namorado. Tudo era flores e felicidade ate que as coisas começaram a ir mal com o meu namorado e nos terminamos, mas naquelas de continuar amigos. Nessa época era final do ano e era pra ter a última sessão de RPG do ano, onde era muito óbvio que o meu ex estaria, mas eu decidi ir mesmo assim. Nessa época tambem, eu e a Carlsa tinhamos nos tornamos amigas e estavamos jogando juntas naquela mesa. Em um dado específico momento, estavamos ambas de pé, lado a lado, de ombros encostados, olhando algo na mesa, e nos viramos para nos olhar ao mesmo tempo. ACIDENTALMENTE (muito importante registrar) eu dei um SELINHO nela. Um selinho. Sabe selinho que as pessoas dão ate pra se cumprimentar? Esse selinho. Talvez valha ressaltar aqui que sou bissexual (mulher) e que eu realmente gostava muito da menina, mas eu nunca tentaria nada com ela, ate pq já via ela como uma irmã. Claro que a gente quase morreu de vergonha e fugiu cada uma pra um canto. Até ai acho que tava tudo bem. O problema foi no dia seguinte. Naquela noite, eu estava um tanto incomodada com a presença do meu ex, e quando eu fui embora, ele disse que me levava. Eu disse que não precisava, mas como ele insistiu, eu aceitei. Não ia precisar pagar uber ne. Ele me levou e é óbvio que eu não me estressei, pq eu sou uma pessoa muito calma. O pior foi dormir e acordar com uma penca de mensagem do Calrs por que eu tinha "beijado" a namorada dele e que ele não podia mais confiar em mim. Primeiro eu pedi desculpas e tentei explicar que foi um acidente, mas ele disse que não ia mais poder confiar em mim. Depois ele me falou que a Calrsa teve uma crise de ansiedade por causa daquilo e que a culpa era minha. Aparentemente, ela contou e alguem que viu a cena tambem falou e fez parecer que eu tinha feito tudo de propósito so por que ele não estava olhando. Assim eu perdi contato com aquele grupo por um bom tempo. Com o tempo eu fiquei com raiva dele por ter jogado nossa amizade no lixo daquele jeito por causa de um acidente ridículo desses, e depois eu so fiquei triste por ter perdido um grupo inteiro de amigos de uma só vez. Hoje em dia eles ainda namoram e ambos estão muito bem, e eu fico feliz por eles. Ate voltei a ter contato com esse grupo de RPG, meu ex acabou por se tornar meu amigo mesmo apesar de tudo que aconteceu, mas nunca mais foi a mesma coisa. Hoje me sinto extremamente deslocada com eles, como se não fosse bem vinda naquele grupo, mesmo sabendo que deve ser só paranoia minha, sinto que estão todos contra mim de alguma forma, mas ainda é meu único grupo de amigos nessa cidade.
Enfim, fui a babaca por ter beijado a namorada do meu amigo e guardado rancor pelo jeito que ele me tratou depois?
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2019.12.01 05:33 Eilish1 O AMOR te assusta?

O amor te assusta?
Minha irmã me mostrou uma amiga dela que ela queria me apresentar. Eu concordei. Um dia elas estavam no shopping e fizemos um facetime, eu estava voltando do trabalho. Conversa vai, conversa vem, e a moça me solta a seguinte frase "eu não sou de brincadeira não, sou pra casar. Você poderia me levar pra jantar um dia desses". E o idiota aqui caiu nessa, igual um cachorrinho pulando na água pra pegar uma bolinha.
Nos vimos no dia seguinte, e assim... não tenho intenção de desrespeitar nenhuma garota, mas com ela foi muito fácil. O jeito que ela veio foi muito fácil. Na hora eu só pensei em duas hipóteses: 1. Ela realmente tá muito interessada // 2. Ela ta muito acostumada com isso.
Conversando com a minha irmã ela me disse que ela sempre diz que quer algo sério, mas fica com todo mundo que vê na frente. Então estamos mais pro lado da segunda opção. Ela não tá errada de maneira nenhuma em ficar com quem ela quer, o que não pode é dar a entender uma coisa séria e na real não ser nada. Parece até o classico estereótipo de homem escroto.
Pois bem. O primeiro "encontro" foi excelente. O problema de fato começou quando ela foi embora, pois não respondia o whatsapp. Eu via ela online e nada. E não era algo de tipo "to ocupada agora, entrei aqui rapidinho pra falar com alguém urgente". Eu relevei isso, ninguém é obrigado a responder ninguém, eu mesmo as vezes não respondo pq não to a fim de ver mensagens. Trabalho com redes sociais o dia inteiro.
Fui relevando esse vácuo. Até que ela percebeu que eu estava curtindo ela, e de fato eu estava, estou. Ela comentou com a minha irmã, e como é a minha irmã, ela me contou. Depois ela me disse que estava confusa, e não sabia o que queria. Se era algo sério, ou não. Falei com ela pra apenas deixar rolar, não se apressar, não tem necessidade. Ela concordou.
Depois de alguns dias ela voltou com essa história de novo. O que me confundia era o fato dela ser uma pessoa totalmente diferente comigo pessoalmente, e no whatsapp parecer que eu estava incomodando ela. Pessoalmente eu nunca cheguei comprimentando ela com beijo, por que eu nunca soube se poderia. Sempre que a iniciativa era minha ela barrava. Após alguns minutos elas sempre me pedia um beijo, e ao final do dia, no whatsapp era a mesma coisa. Até que um dia eu decidi não dar esse beijo. Ela cobrou mais algumas vezes, até a hora que disse "tá bom, desisto" e ficou meio triste. Eu chamei ela pra conversar, disse que de fato eu estava gostando dela, e que não estava saindo com mais ninguém além dela. Eu tentei passar confiança, entende? Porque achei que ela estava confusa, não sabendo se poderia confiar em mim e com medo de se ferrar futuramente. Ela me perguntou se eu namoraria com ela, mas não foi um pedido de namoro, foi só uma pergunta mesmo. Eu disse que claro. Ela sorriu.
Na volta pra casa, eu perguntei pra ela do que ela tinha medo. Ela me disse que tinha medo de eu não ser suficiente pra ela, e nem ela ser suficiente pra mim. Na hora eu juro que não entendi. Depois eu parei pra pensar, e acho que traduzindo isso seria algo do tipo "Não sei se quero você, ou se espero outro cara aparecer". É foda porque ela foi quem falou em relacionamento sério, ela que falou que estava olhando alianças de namoro no shopping com a minha irmã, ela falou. O que ela esperava que eu entendesse? No começo eu só estava deixando rolar, depois eu realmente gostei dela. Doeu as três vezes que ela falou "vamos ser só amigos, o que acha?" as duas primeiras eu discordei, mas na terceira eu achei que eu já estava incomodando. Achei que ela só não tava com coragem de por um ponto final definitivo. Então concordei, mas deixei claro que não era isso que queria.
Em uma conversa eu disse pela milésima vez que ela era linda. Ela printou e postou no status com a legenda "ele é demais!!". Fiquei super feliz quando eu vi. Dias depois ela postou um outro print, de um outro cara que salvou o contato dela como "Vida 💍", e usou a mesma legenda. Me perguntei quantas vezes ela fez isso.
Estou bem pra baixo ultimamente. Meu aniversário está chegando mais uma vez, vou passar natal, ano novo, férias, novamente pensando que eu poderia estar dividindo essas experiências com alguém. Eu sei que temos que curtir nós mesmos, mas um relacionamento realmente é algo que eu queria. Sempre quis ter alguém pra viajar, dividir dias bons e ruins, apresentar pra minha mãe. Esse é outro ponto que ela foi cara de pau. Por ser amiga da minha irmã, foi muito mais fácil ela vir aqui em casa, inclusive quando ela veio eu nem sabia, veio com a minha irmã. Conheceu minha mãe, e minha mãe não é boba, já perguntou "porque vocês não namoram?" eu disse: porque ela não quer. E ela disse: ele que não quer. Eu fiquei igual aquele meme do John Travolta sem entender nada. Minha mãe perguntou se ela gostava de mim, e ela disse que sim. Mas foi um sim meio duvidoso, eu percebi. Acho que só ficou sem jeito. Depois ela me perguntou, e eu não falei nada. E ai sim ela implicou. Ela sabe que eu gosto dela, eu já falei varias vezes.
Agora não temos mais nada. Tem umas três semanas que eu não vejo ela, volta e meia ela manda mensagem como amiga, sem nada de mais. Por experiência, eu sei que não vou conseguir ser amigo dela. Esse foi um breve resumo, eu não me apaixono fácil. Não contei das vezes que fomos andar de skate, comer pizza até não conseguir nem respirar direito, fazer competição de arroto em familia (eu acho que foi nessa hora que ela me ganhou haha), ensinar ela a andar de patins, entre varias outras paradas, momentos que te fazem curtir a pessoa.
Eu amo ela de verdade, mas não gosto mais dela.
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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